Alana Damasceno

Em meio a mortos no Rio, medo de Lula foi um só: dar tiro no pé

Petista desapareceu por mais de um dia, até resolver se posicionar com uma simples postagem nas redes sociais sobre a mais letal operação no combate ao crime organizado

Reprodução/IA
Em meio a mortos no Rio, medo de Lula foi um só: dar tiro no pé

Após uma viagem 'radiante' à Ásia, que ainda teve um 'lindo encontro' com o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, Lula, que esteve várias vezes à frente do microfone, decidiu calar-se diante de uma das operações mais letais do estado do Rio: a que matou 120 pessoas na terça-feira, dia 28 de outubro de 2025

Desde que concedeu diversas coletivas durante viagem à Ásia, inclusive revelando detalhes sobre a conversa com Trump, Lula recuou e tomou 'chá de sumiço' durante a megaoperação, o principal assunto da semana. 

O presidente ficou mais de 1 dia sem postar nada a respeito da operação contra o Comando Vermelho. Até então, sua última postagem havia sido a celebração da viagem à Malásia. 

O sumiço é entendível, mas não compreensível: em meio à gafe 'traficantes são vítimas dos usuários', o afastamento dos microfones foi o mais plausível. Qualquer fala após a operação no Rio seria entendida como ironia, deboche ou mentira. Um prato cheio pra direita se divertir.

Lula resolveu se posicionar mais de 30 horas após o início da operação. Mas calma, não foi nos microfones: o medo foi tanto que o petista nem discursou durante evento que oficializou Guilherme Boulos como seu novo ministro.

A estratégia foi usar do formato institucional para evitar nova gafe, já que o petista poderia dar com a língua entre os dentes, de novo.

A saída escolhida foi uma curta publicação nas redes sociais. E a frase que mais chamou atenção foi: "não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias [...]. Precisamos de um trabalho coordenado que atinja a espinha dorsal do tráfico sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco".

A posição de Lula tá clara: em meio ao tiroteio do Rio, o medo do petista foi um só: dar um tiro no próprio pé. 



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