Caio César
Brasil importa tecnologia da NFL que pode revolucionar gramados de futebol
Sistema híbrido chega ao país e promete transformar a qualidade dos gramados brasileiros
SoFi Stadium, que deve sediar jogo de abertura da Copa do Mundo de 2026O futebol brasileiro pode estar prestes a viver uma revolução silenciosa, começando no gramado.
Inspirado pela NFL, o Brasil inicia a adoção de uma tecnologia que é usada nas principais arenas dos Estados Unidos e da Europa: o gramado híbrido, que mistura grama natural e fibras sintéticas para garantir mais resistência, drenagem e qualidade de jogo.
A novidade, que já equipa estádios como o histórico Wembley, em Londres, e o SoFi Stadium, em Los Angeles, promete acabar com os buracos, os escorregões e a eterna desculpa de que “a bola não rolou por causa do campo” (quem nunca deu desculpa na hora de um chute que foi pra lua).
Por aqui, clubes e a própria CBF já observam de perto os testes iniciais, de olho na implantação do sistema em estádios da Série A.
O custo ainda é alto, para muitos times inviável, mas algo tende a atrair a atenção: o retorno pode ser imediato. Um gramado firme e uniforme valoriza o espetáculo, reduz lesões e favorece o futebol técnico — aquele que o torcedor brasileiro tanto sente falta.
Mais do que tecnologia, trata-se de uma mudança de mentalidade: entender o campo não como gasto, mas como um investimento em performance, segurança e entretenimento, pode fazer com que o Brasil inicie uma nova era dentro do futebol, a era dos gramados inteligentes. E quem sabe, nesse novo terreno, o futebol volte a florescer com a qualidade que sempre foi a nossa marca registrada.
É claro que, a experiência precisa dar certo, mas esse é um aceno ao mundo, de que o melhor futebol do planeta, pode estar renascendo, ou por que não dizer: florescendo (literalmente), dos gramados pelo Brasil.



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