Clubes discutem novas regras no Brasileirão de 2027: três rebaixados e seis estrangeiros no elenco
Conselho Técnico da CBF na última terça-feira (11) serviu como embrião das possíveis mudanças
Rafael Ribeiro/CBF Um Conselho Técnico da CBF na última terça-feira (11) serviu como embrião de duas possíveis mudanças no futebol brasileiro: uma delas na regra do rebaixamento e a outra, do número de estrangeiros permitidos por partida no campeonato.
Porém, assim como no caso dos gramados — em que se vai decidir sobre possível veto aos sintéticos —, qualquer decisão só entra em vigor a partir de 2027. No caso do número de estrangeiros, que aumentou de cinco até nove nos últimos anos, a ideia é respeitar os contratos de jogadores em vigor. São mais de 130 atletas de nacionalidade estrangeira na Série A.
Outra redução, mais polêmica, é do número de rebaixados. A fórmula de pontos corridos do Brasileirão da Série A vem desde 2003 e se ajustou em três temporadas até chegar em 2006 ao modelo atual. Ou seja, com 20 clubes, dos quais quatro caem à Série B, e quatro sobem para a A.
Já houve alguns manifestos no futebol brasileiro pela revisão do número de rebaixados — o argumento mais usado é da desproporcionalidade do descenso, rebaixando 20% do campeonato (4 de 20).
A mudança na regra do rebaixamento não impactaria na edição de 2026 do campeonato, mas se refletiria em todas as divisões. Caso a proposta avance no futuro, três cairiam da A para a B e, portanto, só poderiam subir três da B para a A, assim sucessivamente até a Série D.




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