Toffoli classifica como “aventureiro” e “corrupto” relatório de CPI que pede seu indiciamento

Em sessão, ministro classifica documento como tentativa de “obter votos” e afirma que conduta dos parlamentares configura abuso de poder


Toffoli classifica como “aventureiro” e “corrupto” relatório de CPI que pede seu indiciamento Reprodução / Agência Brasil

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu com indignação nesta terça-feira (14/4) ao relatório final da CPI do Crime Organizado. O documento pede que o ministro seja investigado por sua suposta relação com o Banco Master.

Durante uma reunião no tribunal, Toffoli não poupou críticas chamar o relatório de “aventureiro”, “corrupto” e uma tentativa desesperada de “obter votos”. Segundo ele, o texto não tem provas reais e foi criado apenas para fins políticos.

Críticas ao uso da CPI

Para o ministro, usar uma comissão do Senado para atacar a Justiça é um abuso de poder. Toffoli afirmou que o relatório é mentiroso e que os envolvidos estão tentando enganar a população para ganhar vantagem nas eleições.

“É um relatório sem base nenhuma, sem verdade nos fatos e com o único objetivo de conseguir votos. Isso é abuso de poder”, declarou o ministro.

Punição para políticosa

Toffoli defendeu ainda que políticos que agem dessa forma não deveriam ter o direito de se candidatar. Segundo ele, atacar as instituições do país é o mesmo que atacar a democracia, e quem faz isso deveria ficar proibido de disputar eleições (inelegível).

O relatório da CPI acusa o ministro de aceitar caronas em jatinhos particulares e de ter relações próximas com pessoas que ele deveria julgar. Toffoli nega tudo e afirma que o documento é "sujo" e "antidemocrático".

Assista o vídeo: 





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