Presidente da CPMI diz que faltaram votos para barrar quebra de sigilos de Lulinha

Senador diz que decisão sobre quebra de sigilos seguiu o regimento e foi mantida por falta de maioria para barrá-la


Presidente da CPMI diz que faltaram votos para barrar quebra de sigilos de Lulinha Senado Federal

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a votação que aprovou a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ocorreu conforme o regimento e não teve votos suficientes para ser revertida. Ele rebateu críticas da base governista, que aponta suposta irregularidade na contagem.

Em vídeo nas redes sociais, o senador comparou a deliberação a uma dinâmica escolar:

“Eu vou explicar essa votação do Senado hoje de um jeito simples, que até uma criança entende. Imagine uma sala de aula, 31 alunos, a professora fala assim: ‘Quem é contra fica em pé, quem é a favor fica sentado.’ Para cancelar a decisão, precisava da maioria, metade mais um, ou seja, 16 alunos de pé. Mas sabe quantos aqui senadores ficaram de pé e deputados? Menos de 16. Então, a decisão continua valendo”.

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionaram o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, pedindo a anulação da votação. O grupo sustenta que houve erro na contagem e que 14 parlamentares teriam votado contra os requerimentos.

Viana reforçou que havia quórum e que a decisão foi legítima.

“A votação foi feita conforme o regimento. A contagem foi realizada e o governo, a base não tinham votos suficientes para derrubar a proposta. Democracia não funciona no grito, não funciona na pressão, funciona com regra. E regra vale para governo, para oposição e para quem está presidindo. Quatorze, sete, não são 16. Não existe mágica. O resultado é legítimo e está mantido”, declarou.

Assista o vídeo:






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