Em vídeo com IA, denunciante de Votorantim ironiza valores da merenda e anuncia nova representação ao TCE

Jhonny Vasque afirma que vai protocolar novo pedido de apuração após Tribunal de Contas aceitar investigar contrato emergencial da Prefeitura


Em vídeo com IA, denunciante de Votorantim ironiza valores da merenda e anuncia nova representação ao TCE Reprodução / Redes Sociais / Imagem feita por Inteligência Artificial

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) aceitou, na última quinta-feira (19), a denúncia apresentada por um morador de Votorantim contra a dispensa de licitação realizada pela Prefeitura para a compra emergencial de alimentos destinados à merenda escolar.

A representação foi protocolada em 13 de fevereiro pelo munícipe Jhonny Vasque, que agora afirma que fará uma nova denúncia. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele utiliza inteligência artificial para ironizar os valores considerados exorbitantes dos produtos que seriam adquiridos pela administração do prefeito Weber Manga (Republicanos).

"Estamos encaminhando para o Tribunal de Contas para denunciar as bananas de ouro, os ovos dourados, as peras de ouro que você está tentando trazer para as crianças de Votorantim. Não é possível que você achou que nós íamos deixar passar batido", afirmou Vasque na gravação.

Na legenda da publicação, o denunciante utilizou as hashtags: #votorantimnaotemprefeito #forawebermanga #weberquebrouvotorantim #policiafederalemvotorantimja.

Valores questionados

O contrato emergencial, firmado com a empresa W&C Alimentos Ltda. no valor estimado de R$ 1,4 milhão e validade de 90 dias, prevê a compra de itens para a merenda escolar. Entre os valores que chamaram a atenção do denunciante estão:

  • Banana nanica: R$ 9,62 o quilo
  • Pera: R$ 18,93 o quilo
  • Ovos (bandeja com 30 unidades): R$ 38,00
  • Leite em pó integral: R$ 56,50 o quilo

Entendimento do TCE

O TCE-SP designou o conselheiro Marco Aurélio Bertaiolli como relator do caso. A partir da análise, o Tribunal poderá solicitar esclarecimentos à Prefeitura.

Na denúncia, Jhonny Vasque alega que há risco de dano ao erário, além de desvio de finalidade e risco elevado de sobrepreço. O munícipe aponta que "a alegação de emergência se descaracteriza quando o município já licitava o mesmo objeto até 2024 [...] e a Administração Municipal, dispondo de tempo hábil para planejar o exercício seguinte, reincide na contratação emergencial".

Assista o vídeo: 






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