Bolsonaro alega paranoia ao explicar tornozeleira eletrônica violada
Ele afirma que a crise veio entre sexta e sábado mas que logo voltou para a realidade
Agência Brasil A audiência de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro foi realizada neste domingo (23). Nela, Bolsonaro confirmou ter violado a tornozeleira eletrônica e alegou que estava em “paranoia”.
O ex-presidente afirmou que a crise ocorreu de sexta para sábado em razão de medicamentos que vinha tomando “por médicos diferentes e que interagiram de forma inadequada”, declarou.
Ele relatou que logo recuperou a consciência e deixou de mexer no equipamento. Além disso, confirmou que estava acompanhado da filha, do irmão mais velho e de um assessor que estavam em sua casa no momento.
Os remédios que Bolsonaro utiliza são o anticonvulsivante pregabalina e o antidepressivo sertralina.
O réu afirmou que não tinha intenção de fugir e que não houve rompimento da pulseira da tornozeleira.



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