Foto: reprodução/Instagram Milhares de manifestantes ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, durante o movimento da Marcha da Maconha, neste sábado (14). O ato defendeu a legalização da cannabis, o fim da criminalização de usuários e defendeu também os benefícios do uso medicinal, que traz vantagens comprovadas para a população.
A manifestação contou com uma estrutura de “cigarrão”, gerando intriga aos críticos. Além de usuários, participaram da marcha, profissionais da saúde, ativistas, pacientes que fazem uso medicinal da planta e representantes de movimentos sociais. Entre eles, esteve o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que fortaleceu sua participação na mobilização, reforçando o debate sobre os impactos sociais da atual política de drogas no Brasil.
As pautas principais giraram em torno da legalização da maconha para todos os fins, medicinal, recreativo e industrial.
“A guerra às drogas é uma ferramenta da direita e da extrema direita para esconder os reais problemas do país, como a concentração de riqueza. É uma política que perpetua a desigualdade, a discriminação e beneficia as elites”, afirmou Luciano Carvalho, da coordenação estadual do MST, durante a marcha.
A Marcha da Maconha acontece em São Paulo desde 2008 e, ao longo dos anos, vem reunindo diferentes setores da sociedade civil em defesa de uma nova política de drogas no país, menos punitiva e mais focada na saúde pública, na redução de danos e na justiça social.




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