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Richarlison provoca Pablo Marçal após críticas sobre disputa por mansão em Angra dos Reis


Richarlison provoca Pablo Marçal após críticas sobre disputa por mansão em Angra dos Reis Foto/Reprodução

O atacante Richarlison, da Seleção Brasileira e do Tottenham, respondeu com ironia às críticas feitas por Pablo Marçal nas redes sociais. O jogador publicou no Instagram uma imagem criada por inteligência artificial que retrata o influenciador com o rosto no corpo de um burro, usando terno e com uma bandeira ao fundo. Na legenda, escreveu: “Quando se sentir excluído, lembre-se dele”.

A provocação aconteceu após Marçal criticar o atleta por causa de uma disputa judicial envolvendo uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, avaliada em cerca de R$ 10 milhões. O influenciador afirmou sentir vergonha de Richarlison e questionou sua habilidade no futebol. Também alegou que o jogador teria sido enganado ao pagar ocupantes da área e advogados por um imóvel pertencente à União. Marçal ainda acusou o atacante de abandonar uma ação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para evitar o pagamento de despesas processuais e honorários.

Entenda a disputa:
O conflito imobiliário começou em 2020, quando Richarlison afirma ter investido aproximadamente R$ 10 milhões na aquisição de direitos possessórios sobre a propriedade. Segundo o jogador, os pagamentos foram feitos a antigos ocupantes da área, além de investimentos em melhorias na infraestrutura do imóvel.

O atacante acusa o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, de tentar negociar a compra da mansão e, após a recusa, agir com o advogado Willer Tomaz para assumir a posse do local. Nos últimos dias, Richarlison divulgou contratos, comprovantes de pagamentos e documentos da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para sustentar suas alegações.

Flávio Bolsonaro nega participação direta na aquisição da propriedade e afirma que foi incluído no processo apenas como testemunha. Já a defesa de Willer Tomaz sustenta que a posse foi obtida legalmente por meio de sua empresa. Os advogados também argumentam que o jogador negociou com ocupantes que não tinham legitimidade jurídica para transferir os direitos sobre o imóvel e destacam decisões judiciais favoráveis à defesa.




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