O prefeito José Crespo (DEM), quando atuava como vereador, em junho de 2016 – antes de iniciar a campanha à Prefeitura de Sorocaba, a qual sairia vitorioso – entrou com representação no Ministério Público e também com uma ação popular na Justiça de Sorocaba, tentando derrubar a assinatura do contrato do BRT (Bus Rapid Transit) pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), devido, conforme disse em vídeo exclusivo ao Jornal Ipanema, a um custo operacional “muito alto e impagável”.

Na época, Crespo lutara contra o BRT de Pannunzio que custaria, segundo orçamento contratual da Prefeitura à época, cerca de R$ 132 milhões. No entanto, o contrato assinado pelo democrata nesta semana aponta a soma de R$ 2,4 bilhões ao longo de 20 anos.

Incoerente ou não, Crespo “conseguiu” que o contrato não prosperasse com Pannunzio, mas sim em seu governo.

O atual diretor do Procon de Sorocaba, Laerte Molleta (PEN), também ingressou com representação no MP à época (junho de 2016), momento antes de se candidatar a vice-prefeito da cidade, em chapa coligada com o candidato Hélio Godoy (PRB).

Deixe um Comentário

Please enter your comment!
Please enter your name here