O Jornal Ipanema desta semana mostra que após três meses de retorno pós-cassação, em agosto de 2017, o governo do prefeito José Crespo (DEM) apresenta incoerências, contradições e deixa algumas questões sem respostas: por que assumir um contrato de R$ 2,4 bilhões no BRT se quando o democrata, atuando como vereador, ingressou na Justiça e no Ministério Público tentando proibir o então prefeito, Antonio Carlos Pannunzio, de fazê-lo?

Veja, ainda, detalhes do Merendagate, o escândalo da merenda municipal; a prorrogação de contratos vencidos após 5 anos para serviços de limpeza nas escolas municipais em recesso; a assessora especial de Brasília, que chegou a ser exonerada do Congresso Nacional; e o coordenador econômico da municipalidade, réu num processo de R$ 30 milhões, que trabalha como “servidor voluntário” no Paço.

3 Comentários

  1. A gestão Crespo era uma tragédia anunciada, tanto pela sua incoerência como pela sua incompetência no trato da coisa pública.
    Temos duas opções, torcer por uma segunda cassação ou rezarmos para 2020 chegar antes de 2019!

  2. Isso porque não sabem o que acontece por traz dos bastidores, cargos e cargos para nem aparecer na prefeitura e ter salários de mais de R$ 8,000

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