O ex-presidente e secretário do Sincomerciários, Ruy Queiroz Amorim, participou do Ao Vivo da Redação, nesta terça-feira (5), e relatou que sua prisão pela Polícia Federal, durante a Operação Registro Espúrio, foi “um equívoco”. (Assista abaixo)

Amorim ficou sob a custódia da PF na quarta-feira (30), quando a operação foi deflagrada sob o intuito de cumprir mandados de busca e apreensão e a prisão de suspeitos dentro da investigação sob concessões fraudulentas a registros sindicais pelo Ministério Público.

Às repórteres Cristiane Carvalho e Alana Damasceno, Ruy relatou que os agentes policiais foram até à sua residência às 6 horas da data em questão e, por volta das 8 horas, encaminhado à sede da Polícia Federal em Sorocaba para prestar esclarecimentos ao delegado. Ele respondeu cerca de 20 questões e seguiu para a PF na capital paulista.

Ruy explica que, ao chegar lá, a Polícia Federal “reconheceu falha em sua prisão, e pediu desculpas informalmente, pois não seria ele a pessoa que a PF procura”. “Foram verificar meu nome constava somente ‘Amorim’. Nem CPF, nem RG… Então, foi por eliminação de sobrenome, creio eu”, disse. O sindicalista foi solto no mesmo dia, por volta das 17 horas, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e retornou a Sorocaba.

O Ipa Online questionou a Polícia Federal a respeito do alegado por Amorim, entretanto ainda não obteve retorno.

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