Por Celso ‘Marvadão’ Ribeiro

E a praça central virou um misto de “cracolândia” com “mijolândia”

A “nhaca” tresnoitada da mistura de xixi com cocô ao sol de verão é insuportável. O problema é visível e está literalmente diante do nariz, mas só agora parece que o poder público percebeu… Demorou…

Depois que a Ipanema bateu firme nessa questão social e de saúde pública, finalmente a Prefeitura resolveu oferecer até 720 mil reais por ano para a entidade que consiga convencer moradores de rua viciados a saírem dessa vida e se tratarem, como informa O Deda Questão… Já é alguma coisa.

A polícia parece não ver grande problema na presença de quase 200 viciados, fazendo suas “necessidades” ao lado da catedral, dominando a pérgula, pedindo dinheiro e depois madrugando nas marquises dos bancos para abrirem conta na primeira hora da manhã… Irônica contradição!

Para as viaturas que ficam por ali, parece que os “nóias” não oferecem perigo nem constrangem e dificultam o ir e vir das pessoas.

Problema mesmo são as garotas de programa que fazem ponto na praça. Discretas, elas não abordam nem ameaçam ninguém e se vestem como a maioria das mulheres. Nem seriam notadas, se não ficassem sempre no mesmo lugar à espera de algum “cliente”.

O negócio é mostrar serviço fechando hoteizinhos e pousadas, na esperança de que isso consiga impedir a prostituição (as garotas não têm gigolôs…) e salvar a moral pública.

Fica a pergunta. Quanto ao uso, qual mesmo a diferença entre a atividade de uma pousada de alta rotatividade do centro da cidade e a de um motel à beira da estrada?

O que é mais perigoso: a presença dos “nóias” ou as garotas que não dormem neles, mas movimentam os hoteizinhos treme-treme.

#frogforever
#MeuMarvadãoFavorito

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