Segunda-feira, 06 de Fevereiro de 2012
    Cultura


Assessoria de Imprensa

Atualizada em: 12/05/201010h09

Música

Choro das 3 é de Porto Feliz, mas faz sucesso em todo o Brasil


Impossível não se encantar com a meiguice e simplicidade da flautista Corina (21), da violonista Lia (19) e da bandolinista Elisa (16). As irmãs formam o “Choro 3”, que começou há cerca de 7 anos em Porto Feliz, onde moram, e hoje transita pelos programas globais como Jô Soares e Altas Horas. Talento, graça e alegria marcam o ritmo das meninas, que ainda - sorte nossa – fazem shows pela nossa região.

 

Em um momento bem descontraído, elas fizeram participação especial no  Jornal da Manhã da Jovem Pan Sorocaba, e receberam elogios do prefeito Vitor Lippí, presente no estúdio. Foi uma oportunidade de conhecer um pouco mais das encantadoras irmãs, formadas pelo Conservatório Musical de Tatuí. Elas contam que o grupo começou a se apresentar de maneira informal e aos poucos foram surgindo os convites que as levaram à profissionalização.

 

Desde 2002, o Choro das 3 começou a desenvolver um trabalho de pesquisa e recuperação do choro e já colhe frutos deste trabalho. Em 2008, lançaram o CD “Meu Brasil Brasileiro”, pela gravadora Som Livre, e foram premiadas pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), como o Melhor Grupo de Música Popular.

 

Neste primeiro trabalho, o trio presta sua reverência ao mestre Pixinguinha, trazendo canções como Rosa, Um a Zero e o inesquecível Carinhoso. O álbum é um verdadeiro passeio musical e ainda reúne clássicos populares como Saudades de Matão, Tico-tico no Fubá e Aquarela do Brasil. O próximo CD do Choro das 3 já está em fase de elaboração e deve ser lançado nos próximos meses.

 

 

Sobre as três irmãs

 

 

As irmãs começaram cedo na música instrumental, aperfeiçoando o interesse pelo gênero na freqüência das rodas de choro em São Paulo. Lá, receberam a influência dos chorões mais experientes, aprendendo novos arranjos e aperfeiçoando a musicalidade, mas sempre carregando a informalidade típica deste tipo de apresentação.

 

Foi em uma das rodas que Lia, 19 anos, conheceu e se encantou com o violão de 7 cordas, hoje marca registrada da irmã do meio, que perpetua a tradição de toda uma escola de violonistas que tem como referência maior o ilustre carioca Dino 7 Cordas, morto em 2006.

 

A irmã caçula, Elisa, 16 anos, ingressou no mundo da música com apenas oito anos. Além de tocar bandolim, clarinete e banjo, Elisa assumiu outro papel, o de compositora do grupo. Com nove anos escreveu “Bolinha de Gude”, música que integra o CD Meu Brasil Brasileiro.

 

A flautista Corina, 21 anos, é a precursora do trio. Estudou  teoria no Conservatório de Tatuí e aos 15 anos foi contemplada pelo programa Petrobrás Cultural, por ter resgatado a obra do flautista Benedito Lacerda.

 

 

 

 


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Fonte: CPTEC/INPE


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