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Mercado de coworking cresceu 48% em 2018; em 2017 o segmento movimentou R$ 127 milhões no país

Postado em: 03/09/2018

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A procura por espaços de escritórios flexíveis, os chamados coworkings, subiu 48% em 2018 no país, de acordo com o Censo Coworking Brasil. De 810 unidades em 2017, o número saltou para 1.194 em 2018, distribuídos em 169 municípios diferentes. Prova disso é que existem espaços compartilhados de todos os perfis e tamanhos.

Outra característica divulgada no mesmo levantamento é uma grande pluralização do perfil dos espaços. De acordo com a pesquisa, 75% dos estabelecimentos desse segmento são multidisciplinares.

Entre as principais vantagens dos espaços de coworking está a divisão de experiências e recursos, a redução de custos, o networking espontâneo e a geração de negócios entre as empresas que ocupam o mesmo escritório, além de uma boa estrutura e localização. Sem precisarem preocupar-se com questões estruturais e administrativas do local de trabalho, os empreendedores otimizam o foco em seus negócios e parcerias. Todos esses benefícios tornam a proposta muito atrativa para startups, profissionais autônomos e até mesmo grandes empresas que buscam simplificar suas operações.

De olho nesse mercado, os empresários Rodrigo Marcondes Franques e Fernando Marcondes, inauguraram recentemente em Sorocaba o All2gether, um coworking moderno e diferenciado. “A proposta é fornecer um espaço corporativo e totalmente profissional onde a pessoa sinta-se à vontade em trazer um cliente para uma reunião, por exemplo, e encontre um ambiente agradável e tranquilo”, conta.

O estabelecimento de 230 m², instalado na zona Sul de Sorocaba, oferece amplo espaço compartilhado com estações de trabalho, salas individuais, sala de reunião, área de café e sala de descompressão, com sofás, pufes e TV. Acomoda cerca de 40 pessoas e oferece, além de internet, estacionamento, segurança, armários individuais, sistema de monitoramento com câmeras, ar condicionado, cadeiras ergonômicas, impressão wi-fi e serviço de secretária. “É uma opção para quem quer reduzir custos com questões estruturais e administrativas, porém deseja continuar usufruindo de um ambiente totalmente profissional”, diz Rodrigo.

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, os coworkings não são feitos apenas para profissionais criativos ou ligados à área de tecnologia. Os espaços compartilhados podem atender diversos profissionais, como arquitetos, advogados, psicólogos, contadores, coaches, entre outros. “Se você consegue exercer seu trabalho utilizando ferramentas como um notebook e internet, é bem provável que seja uma ótima opção pra você”, relata.

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