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Manga nega que ficará inelegível e diz que opositores querem “confundir a população”

Postado em: 27/04/2019

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O vereador Rodrigo Manga (DEM) utilizou as redes sociais neste sábado (27) para negar que a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, e a negação de recurso por parte do ministro Luis Roberto Barroso, do TSE, possam gerar sua inelegibilidade no pleito eleitoral de 2020. Ele teria recebido, de acordo com o TRE-SP, R$ 7 mil reais via depósito bancário em dinheiro, o que não respeita a determinação da justiça eleitoral.

Para Manga, “não há qualquer possibilidade de que meus direitos políticos sejam prejudicados em meu atual mandato ou que me torne inelegível em uma eventual candidatura futura, mesmo que a decisão final da Justiça seja contrária a mim, neste caso em questão”.

O parlamentar acusou opositores de tentar prejudicar sua imagem com estas informações. “O que acontece agora é que alguns oportunistas tentam usar esse assunto como fato político para tentar denegrir minha imagem, mesmo de antemão já sabendo que não terá implicação alguma de inelegibilidade, ou seja, estão usando uma informação distorcida para levar a população a crer em algo inexistente, apenas para atingir a minha pessoa e confundir a população”, afirmou.

Manga conclui seu texto dizendo que “isso tudo não me abala e continuo firme e forte o trabalho que comecei lá atrás, defendendo os anseios da população e na busca por fazer de Sorocaba uma cidade melhor a cada dia, para nós e nossos filhos tenhamos orgulho de nossa terra”.

A análise dos advogados de Manga, segundo informou sua assessoria, se desaprovadas as contas o reflexo é apenas financeiro, sem implicação política. Seria suficiente, neste caso, recolher a quantia, que se tratou de dois depósitos feitos por depósito, quando deveriam ser por transferência bancária.

“O vereador Rodrigo Manga prestou contas à Justiça Eleitoral, em relação à campanha de 2016. A Justiça Eleitoral entendeu que dois depósitos feitos diretamente na conta bancária da campanha, deveriam ter ocorrido por meio de transferência eletrônica. No Tribunal Regional Eleitoral, o Ministério Público Eleitoral se manifestou pela aprovação das contas. No julgamento, dois juízes votaram favoravelmente à aprovação de contas, porém, outros, pela desaprovação”, afirmou a assessoria do parlamentar.

Ainda segundo a assessoria do vereador, “não se trata de decisão terminativa. Adendo é que a decisão não afeta os direitos políticos deste vereador, no presente e no futuro, nem seu mandato de vereador. Ou seja, não afeta ainda sua condição de elegibilidade e está livre para disputar eleições futuras, independente da decisão final”, conclui.

Confira a íntegra da postagem do vereador abaixo.

Boa tarde, pessoal! Alguns de vocês devem ter visto parte da imprensa divulgar matérias sobre mim hoje. Mas muita coisa está mal contada ou informação distorcida. Não é bem assim… Primeiro, quero deixar claro que não há qualquer possibilidade de que meus direitos políticos sejam prejudicados em meu atual mandato ou que me torne inelegível em uma eventual candidatura futura, mesmo que a decisão final da Justiça seja contrária a mim, neste caso em questão.

Não houve nada de recebimento de dinheiro irregular. O equívoco na prestação de contas da minha campanha em 2016 ocorreu porque dois valores recebidos deveriam ter sido feitos via transferência bancária (TED) e não por depósito.

Essa obrigatoriedade trata-se de mudança recente na legislação eleitoral, tanto que diversos outros candidatos na época tiveram o mesmo problema e nem por isso ficarão inelegíveis.

Ainda mais, quem deveria ter orientado sobre isso, era o contador do partido, o que não ocorreu. Tanto é que os depósitos foram devidamente declarados, o que já sinaliza que não há tentativa alguma de omitir fatos. Volto a frisar que NÃO haverá impedimento algum.

Não se trata de mera opinião, achar ou não, mas descreve aqui baseado em medidas e ações ancoradas na legislação eleitoral e que não preveem algo do tipo. O máximo, para ficar quite com a Justiça Eleitoral, em caso de que a prestação de contas seja julgada irregular, seria recolher aos cofres públicos o valor total dos referidos depósitos.

O que acontece agora é que alguns oportunistas tentam usar esse assunto como fato político para tentar denegrir minha imagem, mesmo de antemão já sabendo que não terá implicação alguma de inelegibilidade, ou seja, estão usando uma informação distorcida para levar a população a crer em algo inexistente, apenas para atingir a minha pessoa e confundir a população.

Porém, saibam que isso tudo não me abala e continuo firme e forte o trabalho que comecei lá atrás, defendendo os anseios da população e na busca por fazer de Sorocaba uma cidade melhor a cada dia, para nós e nossos filhos tenhamos orgulho de nossa terra. Boa tarde a todos e fiquem com Deus!

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