Por Osmeire Tobias

Bem, é importante deixarmos claro que preservativos ainda são a melhor forma de se prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis, as DSTs. Mas quando surge o desejo de gravidez ou quando a relação se consolidou de forma monogâmica, os casais acabam decidindo sobre a possibilidade de passarem a transar sem o uso de camisinha.

Apesar de muitas vezes, a fidelidade não ser efetivamente algo tão concreto, na prática, sabemos que numa relação estável, geralmente a camisinha é dispensada. Os riscos de contaminação por HIV ou outras DSTs continuam existindo, mas serão neutralizados caso os dois realmente não façam sexo com outros parceiros, e aqui considerando apenas as relações sexuais, não as outras formas de contágio.

Porém, os casais devem estar atentos, pois as pesquisas apontam que as mulheres são mais infectadas pelo HIV através de relações heterossexuais. Por isso, especialistas recomendam que os casais só devem tomar esta decisão quando tiverem um relacionamento baseado na confiança mútua e é necessário uma boa conversa prévia e exames médicos.

É preciso, inclusive, superar alguns tabus e o casal precisa deixar claro que caso venha ocorrer uma traição, deve-se usar camisinha nessa relação extraconjugal. E mesmo para um casal em que a vida sexual seja de uma relação estável e monogâmica, é importante certificar-se, confirmando o estado de saúde de vocês antes de suspender essa proteção tão essencial.

A conduta orientada por médicos deve ser respeitada; de que no início do relacionamento deve-se usar camisinha sempre, inclusive durante as preliminares, pois existe a possibilidade de ruptura de vasos sanguíneos na boca, vagina e ânus. Após a decisão do casal, a camisinha só deve ser totalmente abolida depois de alguns exames.

Os exames de sangue recomendados devem ser feitos pelos dois no mesmo dia e após o resultado, o casal continuará usando a camisinha por mais seis meses. Então, fazem o exame novamente depois deste período e, aí sim, começam a transar sem proteção.

Consulte seu médico antes, solicite os exames, não deixe de procurar ajuda profissional e lembre-se que é uma questão de saúde para ambos.

A falta de cuidado, inclusive dos jovens, se reflete no aumento dos números de DSTs no Brasil, com destaque para o aumento de casos de sífilis, gonorreia e clamídia.

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1 Comentário

  1. Como o mundo anda esquisito e repleto de idéias nada convencionais, quer dizer agora que um casal que pretende transar sem preservativo, mesmo após um relacionamento considerado monogâmico, precisa fazer exame de sangue no mesmo dia e depois dos resultados aguardar mais 6 meses? Para fazer um novo exame antes de abolir o preservativo? Qual a diferença, se for uma pessoa não confiável uma hora ou outra pode acontecer, ou vai ficar fazendo exame de 6 em 6 meses?! Cada coisa literalmente de brochar qualquer um, lembrando que ninguém está dizendo para abrir a porteira, mas vamos manter o.bom senso.

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